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Atual número 1 do mundo do ranking mundial, Andy Murray vive uma fase de altos e baixos na atual temporada. Apesar de alcançado a semifinal em Roland Garros, o britânico convive com derrotas surpreendentes e atuações fracas. Além disso, Andy tem muitos pontos a defender neste segundo semestre, o que pode tirá-lo da liderança da lista da ATP.

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Em entrevista a rede britânica BBC, Murray, que completou 30 anos no dia 15 de maio, admitiu que não conseguirá jogar em alto nível por muito tempo. “Sei que alguns jogadores estão jogando muito bem depois dos 30 anos, mas isso pode não acontecer comigo. Talvez os próximos dois anos sejam os últimos onde terei a chance de competir pelos Majors e outros torneios grandes. Não sei por quanto tempo vou jogar mais. Quero aproveitar ao máximo todos os torneios em que disputo. Os tenistas estão viajando com fisioterapeutas e passando mais tempo na academia para cuidar da parte física”, disse o número 1 do mundo, que disse que quando pendurar a raquete, será de forma tranquila.

Sobre a defesa dos pontos que terá no segundo semestre, Murray se diz preparado para enfrentar o momento. No segundo semestre de 2016, Murray foi finalista de Roland Garros, venceu Wimbledon, o ATP Finals e a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, vivendo o melhor ano de sua carreira no tênis.

“Há muita expectativa durante este período, por isso pode ser um pouco estressante – mas também posso me afastar disso porque estou em casa, dormindo em minha cama e tenho minha família ao meu lado”, disse o britânico que jogará Queen’s e depois Wimbledon. “Estou mais velho e experiente para lidar com isso. A pressão e o estresse que me acompanham talvez não me afetem tanto quando eu era mais jovem”, finaliza.

Com informações de Tennis World USA

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Jonas Furlan
Descobriu o tênis em 1993, quando jogava Tennis Ace no Master System. Anos depois, um de seus tios emprestou uma raquete e nunca mais parou de jogar. É fundador do Portal Rackets e cobre o tênis nacional e internacional há mais de seis anos.