Reprodução Twitter/AO

Nesta semana, Roger Federer pode conquistar mais um feito inédito no tênis mundial: tornar-se o jogador mais velho a alcançar o topo do ranking. Para isso, o suíço tem que chegar à semifinal do ATP 500 de Roterdã. A estreia acontece nesta quarta, por volta de 16h30 (de Brasília), contra o belga Ruben Bemelmans. O canal Bandsports transmite a partida.

Perto de mais um feito na carreira, o dono de 20 Grand Slams não escondeu que está animado. “Joguei o Australian Open sem pensar no ranking, mas sabia que tinha essa flexibilidade no meu calendário em fevereiro. A equipe está muito animada que estou aqui e vou ter uma chance. Ter a opção de chegar ao número 1 é altamente motivador e muito excitante”, declarou Roger.

LEIA MAIS:
+ Casper Ruud ganha convite para a chave principal do Rio Open 2018
+ Monteiro, Rogerinho e Bellucci jogam Challenger no Chile logo após o Brasil Open

Para chegar à semifinal, Federer poderá ter uma pedreira nas quartas: Stan Wawrinka. Apesar da possibilidade de um jogo complicado, o Maestro comemorou o fato de estar no mesmo lado da chave de seu compatriota.

“Eu adoraria estar naquela posição (de chegar ao número 1) contra qualquer um. Você não quer que isso aconteça de uma forma fácil, a realização seria incrível. E é excitante ter Stan na minha parte da chave”, completou Roger.

Caso ultrapasse Rafael Nadal e retorno ao topo do ranking, Federer não apenas se tornará o mais velho a alcançar o feito, com 36 anos, mas também o tenista que mais tempo demorou para voltar ao número 1 desde a última vez que liderou a ATP: cinco anos e 106 dias.

Além disso, o suíço é o tenista que mais tempo permaneceu na liderança do ranking mundial: 302 semanas no total, sendo 237 de forma consecutiva. Em Roterdã, Federer tenta o tricampeonato, após ter sido campeão em 2005 e 2012.